Conheça a história missionária de Inês Berns em Moçambique
Natural de Jaraguá do Sul, Inês faz trabalho missionário no país africano desde 1988
03.03.2026 - 10:59:00

A história missionária de Inês Berns reúne fé, amor e dedicação. Natural de Jaraguá do Sul, ela tem uma relação especial com Moçambique, país africano. Desde cedo, sua vocação era evidente e o gosto pela leitura da Bíblia só aumentou ao ingressar na Catequese.
O desejo de tornar-se missionária
Com o passar do tempo, Inês adquiriu ainda mais paixão pelo catolicismo, e surgiu, nela, o desejo de tornar-se missionária. Após comentar com o Padre Ademar, à época pároco da Paróquia São Sebastião, em Jaraguá do Sul, ela foi orientada a ingressar em uma congregação religiosa.
A partir disso, em 1974, entrou na Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas que residiam, na época, em Santa Luzia, distrito de Jaraguá do Sul. Entretanto, Inês não proferiu os votos para ser uma religiosa e decidiu tornar-se uma missionária leiga. A primeira missão de Inês ocorreu em 1981. Como leiga, ela e um grupo de missionários foram para a Diocese Senhor do Bonfim, na Bahia, com um compromisso de três anos. Por lá, desempenharam atividades de pastoral, evangelização, formação e criação de comunidades eclesiais de base e formação sindical de agricultores e demais classes sociais.
Missão em Moçambique
Inês foi enviada, em 1988, a Carapira, distrito de Nampula, em Moçambique, para prestar serviços como missionária leiga na região. Entretanto, devido a complicação dos casos de malária e conflitos armados, a irmã retornou ao Brasil em 1990.
À época, a independência de Moçambique havia completado 15 anos — o país africano, anteriormente, estava sob domínio de Portugal. Porém, guerrilhas e conflitos internos ainda ocorriam.
Já no Brasil, ingressou no grupo que estava organizando os missionários leigos, na tentativa de criar o OMIL (Organismo dos Missionários Leigos), assessorado pelo Padre Franco Masserdotti. Em 1995, Inês passou a residir em Antônio Almeida, município do Piauí, sendo nomeada coordenadora diocesana da Pastoral da Criança, cargo que permaneceu até 1997.
Durante esse período, Inês nunca perdeu contato com o Padre Franco Masserdotti e comentou com ele sobre o desejo de retornar às missões. O padre, sabendo do seu interesse e de muitos outros, formou, entre os regionais NE 4 e NE 5 (Maranhão e Piauí), o projeto “Além das Fronteiras”. Ela participou da primeira equipe, que foi destinada à missão na Diocese de Lichinga, na Paróquia São João de Brito, no distrito de Nipepe, Moçambique, em 1988.
De 1999 a 2009, Inês trabalhou como 1ª secretária na Universidade Católica de Moçambique (UCM), em Cuamba. Ao mesmo tempo, conciliava suas atividades na universidade com o trabalho realizado na Paróquia São João de Brito, onde participava da pastoral da juventude; comissões e formação catequética, bem como geria obras de escolas, centros de saúde e de formação.
Mais tarde, em 2013, a pedido do Padre Janivaldo, foi responsável por implantar a Pastoral da Criança na Paróquia São Pedro Claver, em Muiane, Diocese de Gurué. Um ano depois, em 2014, voltou ao Brasil por motivos de saúde.
O retorno a Moçambique aconteceu cinco anos depois, em 2019, para trabalhar na Diocese de Lichinga, a convite de Dom Atanásio Amisse Canira. Sua função era elaborar projetos e buscar fundos para reabilitar as instalações do Campus Residencial Universitário.
Atualmente, Inês tem prestado apoio à diocese na elaboração de projetos, como a reabilitação de congregações femininas, residências paroquiais, escolas, igrejas e cobertura de 15 capelas nas zonas rurais.
A história missionária de Inês Berns reúne fé, amor e dedicação. Natural de Jaraguá do Sul, ela tem uma relação especial com Moçambique, país africano. Desde cedo, sua vocação era evidente e o gosto pela leitura da Bíblia só aumentou ao ingressar na Catequese.
O desejo de tornar-se missionária
Com o passar do tempo, Inês adquiriu ainda mais paixão pelo catolicismo, e surgiu, nela, o desejo de tornar-se missionária. Após comentar com o Padre Ademar, à época pároco da Paróquia São Sebastião, em Jaraguá do Sul, ela foi orientada a ingressar em uma congregação religiosa.
A partir disso, em 1974, entrou na Congregação das Irmãs Catequistas Franciscanas que residiam, na época, em Santa Luzia, distrito de Jaraguá do Sul. Entretanto, Inês não proferiu os votos para ser uma religiosa e decidiu tornar-se uma missionária leiga.
A primeira missão de Inês ocorreu em 1981. Como leiga, ela e um grupo de missionários foram para a Diocese Senhor do Bonfim, na Bahia, com um compromisso de três anos. Por lá, desempenharam atividades de pastoral, evangelização, formação e criação de comunidades eclesiais de base e formação sindical de agricultores e demais classes sociais.
Missão em Moçambique
Inês foi enviada, em 1988, a Carapira, distrito de Nampula, em Moçambique, para prestar serviços como missionária leiga na região. Entretanto, devido a complicação dos casos de malária e conflitos armados, a irmã retornou ao Brasil em 1990.
À época, a independência de Moçambique havia completado 15 anos — o país africano, anteriormente, estava sob domínio de Portugal. Porém, guerrilhas e conflitos internos ainda ocorriam.
Já no Brasil, ingressou no grupo que estava organizando os missionários leigos, na tentativa de criar o OMIL (Organismo dos Missionários Leigos), assessorado pelo Padre Franco Masserdotti. Em 1995, Inês passou a residir em Antônio Almeida, município do Piauí, sendo nomeada coordenadora diocesana da Pastoral da Criança, cargo que permaneceu até 1997.
Durante esse período, Inês nunca perdeu contato com o Padre Franco Masserdotti e comentou com ele sobre o desejo de retornar às missões. O padre, sabendo do seu interesse e de muitos outros, formou, entre os regionais NE 4 e NE 5 (Maranhão e Piauí), o projeto “Além das Fronteiras”. Ela participou da primeira equipe, que foi destinada à missão na Diocese de Lichinga, na Paróquia São João de Brito, no distrito de Nipepe, Moçambique, em 1988.
De 1999 a 2009, Inês trabalhou como 1ª secretária na Universidade Católica de Moçambique (UCM), em Cuamba. Ao mesmo tempo, conciliava suas atividades na universidade com o trabalho realizado na Paróquia São João de Brito, onde participava da pastoral da juventude; comissões e formação catequética, bem como geria obras de escolas, centros de saúde e de formação.
Mais tarde, em 2013, a pedido do Padre Janivaldo, foi responsável por implantar a Pastoral da Criança na Paróquia São Pedro Claver, em Muiane, Diocese de Gurué. Um ano depois, em 2014, voltou ao Brasil por motivos de saúde.
O retorno a Moçambique aconteceu cinco anos depois, em 2019, para trabalhar na Diocese de Lichinga, a convite de Dom Atanásio Amisse Canira. Sua função era elaborar projetos e buscar fundos para reabilitar as instalações do Campus Residencial Universitário.
Atualmente, Inês tem prestado apoio à diocese na elaboração de projetos, como a reabilitação de congregações femininas, residências paroquiais, escolas, igrejas e cobertura de 15 capelas nas zonas rurais.
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Fonte Assessoria de Comunicação
