Assembleia Regional de Pastoral, da CNBB Sul 4, chega ao fim e tem como foco a sinodalidade
A Assembleia aconteceu entre 20 a 22 de agosto, em Rio do Oeste
22.08.2025 - 14:46:24

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realizou, entre os dias 20 a 22 de agosto, em Rio do Oeste (SC), a 57ª Assembleia Regional de Pastoral. O evento reuniu bispos e arcebispos, coordenadores de pastoral, ecônomos diocesanos, representantes de pastorais, movimentos, serviços e organismos. Diversos assuntos foram discutidos, como as prioridades para a implementação do sínodo da sinodalidade e as convergências entre sínodo e diretrizes da ação evangelizadora.
Abertura
A abertura da Assembleia teve início com a missa presidida por Dom Odelir José Magri, MCCJ, arcebispo de Chapecó e presidente da CNBB Sul 4, que relatou sobre a importância da unidade na missão. O Padre Antônio Madeira destacou o papel do evento para o discernimento sinodal na missão da Igreja em Santa Catarina e recordou que a Igreja é convidada, diariamente, a anunciar o Evangelho de Jesus Cristo.
Convergências entre sínodo e diretrizes da ação evangelizadora
Ontem, quinta-feira, o Padre Paul Hansen, assessor da CNBB, proporcionou uma reflexão a respeito das Convergências entre o Sínodo da Sinodalidade e o Instrumento de Trabalho das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). Segundo o padre, o texto da 20ª versão das futuras diretrizes foi aprovado no último Conselho Permanente da CNBB e servirá como um importante guia de trabalho em assembleias regionais e diocesanas.
4 prioridades para a implementação do sínodo da sinodalidade
A Sétima Sessão trouxe como pauta as 4 prioridades para a implementação do Sínodo sobre a Sinodalidade no Regional Sul 4 da CNBB. Veja abaixo:
Iniciação à Vida Cristã - Nesta, Jesus Cristo é o centro. As ações incluem: valorizar e formar catequistas; promover a catequese matrimonial e familiar; formar o clero; e acompanhar os crismados.
Comunidades de discípulos missionários - Aqui, a vida comunitária tem a função de ser um lugar de pertencimento e relações. Entre os objetivos, estão: reconhecer e valorizar a diversidade comunitária; fortalecer os Grupos Bíblicos em Família; formar novas lideranças; e promover a pastoral de conjunto.
Liturgia e piedade popular - se pretende investir na formação litúrgica e valorizar as tradições da piedade popular, há ações como: formação litúrgica enraizada no Concílio; formar novas gerações de ministros (as); qualificar a oração nas atividades eclesiais; e revisar a formação litúrgica nos seminários.
Cuidado da Criação - reforça o compromisso com a ação sociotransformadora ligada às periferias existenciais e geográficas. As prioridades incluem: formação integral e qualidade; envolver-se com iniciativas da Igreja no Brasil; integrar a dimensão ecológica na catequese; e acolher migrantes e refugiados.
Último dia de assembleia
O último dia de evento foi marcado pela missa em honra à Bem-aventurada Virgem Maria Rainha e foi presidida por Dom Mário Marquez — bispo de Joaçaba. Durante a homilia, o bispo enfatizou que Maria inspira os participantes a viverem sua missão com humildade e dedicação.
Hoje, também houve a prestação de contas e o planejamento para 2026. Em seguida, o secretário executivo do Regional Sul 4, Padre Antônio Madeira, ressaltou a essência da comunhão como a chave para a mudança. “Ao reconhecermos a partir de Jesus Cristo, veremos o quanto nosso caminho será impulsionado. E o que o Sínodo pode fazer por nós? O Sínodo nos ajuda a não perder de vista a nossa identidade: somos comunhão, somos relação”, finalizou.
Após a missa, Dom Odelir agradeceu a todos os participantes, destacando que o retorno para casa é, na verdade, o retorno à “Galileia” — lugar onde a missão acontece.
Convergências entre sínodo e diretrizes da ação evangelizadora
Ontem, quinta-feira, o Padre Paul Hansen, assessor da CNBB, proporcionou uma reflexão a respeito das Convergências entre o Sínodo da Sinodalidade e o Instrumento de Trabalho das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). Segundo o padre, o texto da 20ª versão das futuras diretrizes foi aprovado no último Conselho Permanente da CNBB e servirá como um importante guia de trabalho em assembleias regionais e diocesanas.
4 prioridades para a implementação do sínodo da sinodalidade
A Sétima Sessão trouxe como pauta as 4 prioridades para a implementação do Sínodo sobre a Sinodalidade no Regional Sul 4 da CNBB. Veja abaixo:
Iniciação à Vida Cristã - Nesta, Jesus Cristo é o centro. As ações incluem: valorizar e formar catequistas; promover a catequese matrimonial e familiar; formar o clero; e acompanhar os crismados.
Comunidades de discípulos missionários - Aqui, a vida comunitária tem a função de ser um lugar de pertencimento e relações. Entre os objetivos, estão: reconhecer e valorizar a diversidade comunitária; fortalecer os Grupos Bíblicos em Família; formar novas lideranças; e promover a pastoral de conjunto.
Liturgia e piedade popular - se pretende investir na formação litúrgica e valorizar as tradições da piedade popular, há ações como: formação litúrgica enraizada no Concílio; formar novas gerações de ministros (as); qualificar a oração nas atividades eclesiais; e revisar a formação litúrgica nos seminários.
Cuidado da Criação - reforça o compromisso com a ação sociotransformadora ligada às periferias existenciais e geográficas. As prioridades incluem: formação integral e qualidade; envolver-se com iniciativas da Igreja no Brasil; integrar a dimensão ecológica na catequese; e acolher migrantes e refugiados.
Último dia de assembleia
O último dia de evento foi marcado pela missa em honra à Bem-aventurada Virgem Maria Rainha e foi presidida por Dom Mário Marquez — bispo de Joaçaba. Durante a homilia, o bispo enfatizou que Maria inspira os participantes a viverem sua missão com humildade e dedicação.
Hoje, também houve a prestação de contas e o planejamento para 2026. Em seguida, o secretário executivo do Regional Sul 4, Padre Antônio Madeira, ressaltou a essência da comunhão como a chave para a mudança. “Ao reconhecermos a partir de Jesus Cristo, veremos o quanto nosso caminho será impulsionado. E o que o Sínodo pode fazer por nós? O Sínodo nos ajuda a não perder de vista a nossa identidade: somos comunhão, somos relação”, finalizou.
Após a missa, Dom Odelir agradeceu a todos os participantes, destacando que o retorno para casa é, na verdade, o retorno à “Galileia” — lugar onde a missão acontece.
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Fonte Assessoria de Comunicação e CNBB
